sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O Rosto do Medo

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Tive alguma dificuldade em escolher uma foto que ilustrasse o medo porque não conheço a sua figura. Penso que tem muitos corpos, muitas caras, muitos disfarces. Nem sei se é amigo ou inimigo. Na verdade, nunca conversámos.
Depois recordei-me de um espectáculo que vi e fotografei onde um feiticeiro dominava tudo e todos pelo medo.
Ora bem, de que é que temos medo? O que é afinal o medo?
Vou deixar aqui estas perguntas para ver se alguém quer ajudar a dar um rosto ao medo. Conhecendo o rosto é mais fácil enfrentá-lo.

3 comentários:

Liliana Anselmo disse...

Por vezes, também, pergunto sobre o que é o medo, e, porque temos medo. Sinceramente, aprendi a crescer sem medos! A minha mãe nunca me mostrou esse sentimento, e, agora, tento fazer o mesmo com o meu filho. Aprendi a ter respeito pelo que me rodeia e por tudo aquilo que me faz estremecer ou arrepiar. Em minha modesta opinião, quem usa o medo para se impôr a alguém, está a ser (perdõem-me) um cobarde. A vida já tem tanta coisa má, e a isso tudo ainda acrescentar o factor "medo"... é contribuir para aqueles comportamentos fóbicos e autodestrutivos. Quando estou mais susceptivel e a estremecer, tenho o hábito de cantar canções religiosas, e, dez minutos depois, sinto-me mais aliviada. Dailai Lama define o medo,« como a actuação do cobarde quando não se sabe fazer ouvir e aceitar no mundo em que vive».Abraços.

São disse...

O medo é um ser sem rosto, onde cada um vê o que mais o assusta. A mim é a morte, a minha e a dos que amo, a solidão, o sofrimento, a velhice desamparada...

Maria Emília disse...

São, obrigada pela sua participação que é muito importante. Pensei em fazer um trabalho muito sério e pôr a minha experiência e conhecimentos ao serviço dos outros, mas as pessoas não participam. Sem haver comunicação este trabalho não faz muito sentido.

Maria Emília Pires

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